A implantação ocorreu neste sábado
21/02, no povoado Pé-Leve, contando com a presença de 35 jovens do povoado, que
alegremente se comprometeram em animar missionariamente a comunidade local além
de alcançar o mundo seja com a oração, ou com a solidariedade concreta nos
gestos ou com o cofrinho missionário.
Na ocasião o coordenador estadual da
Obra, o jovem Lucas Ferro, refletiu com os presentes acerca da vida do
missionário e da partilha desta em favor do outro, de forma que complementasse
o processo de apresentação iniciado semanas antes. “Ser missionário não é um
momento, apenas uma visita ou gesto de caridade que fazemos, vai muito além;
ser missionário é dedicar a nossa vida onde quer que estejamos, para que Cristo
seja sentido, conhecido e amado, por todos” ressalta Lucas.
O jovem Edinaldo Filho enfatiza o
carisma missionário dos jovens presentes ao afirmar: “esses jovens tem a
necessidade de ir as pessoas, de fazer algo de concreto, a prova disto, é que enquanto
aguardávamos a implantação, íamos as casas rezar o terço, sentir as pessoas, estar
junto, não nos bastava apenas nos reunir na salinha, tínhamos e temos que IR
aos outros”.
Com alegria acolhemos cada um, e agora o
desafio é seguir o caminho do discípulo missionário, lembrando que o prêmio é ser
útil, é encontrar Cristo no outro, nos detalhes, na vida.Que São Francisco Xavier e Santa
Teresinha do Menino Jesus interceda por cada um junto a Cristo e que tenham a coragem
de rumar ás águas mais profundas.
A paróquia Nossa Senhora da Penha juntamente aos jovens missionários, promoveram em São Sebastião entre os dias 14 e 17/02 o primeiro Retiro Missionário de Carnaval da Juventude Missionária em Alagoas. Este com o tema “EU VIM PARA SERVIR”, contou com uma configuração diferente dos encontrados na região, foi um retiro de espiritualidade missionária, onde as diferentes formas de encontro com cristo foram vivenciadas.
No sábado iniciou-se com a celebração da Santa Missa, seguindo com a Celebração da Luz, refletindo a bela criação de Deus e a destruição causada pelo homem. Os olhos dos presentes aos poucos abriam-se e no domingo a espiritualidade presente na Eucaristia, nas partilhas, nas Lectios, na Adoração promoveram a escuta do discípulo e nas ruas o terço missionário levava-os ao encontro das pessoas. A segunda foi marcada como um dia celebrativo com Gincana, Aeróbica, reflexões, The Voice Missionário e até um show de talentos. Ao se recolher, os presentes refletiram as diferentes formas com que Cristo se apresentara desde o início do retiro; na terça-feira de carnaval, os presentes assistiram o testemunho do jovem Lucas que esteve em missão na Amazônia e ao fim, todos foram enviados a serem missão, a partilharem suas vidas com todos e em todos os lugares.
Nas celebrações o Pároco da cidade, Padre Nivaldo Barbosa era enfático ao motivar os presentes a perceberem que ser cristão, não é apenas rezar muito na Igreja, mas é também sair em missão, é viver a experiência do encontro, e partir dessa proximidade como as pessoas, sente-se a presença do próprio Cristo. “Não podemos relativizar o encontro com Cristo apenas quando o Santíssimo é exposto, e necessário senti-lo como parte de nossas vidas, como presença nas pessoas” complementa ele.
“Ao celebrar o carnaval podemos viver a experiência de encontro com o cristo, seja no outro, na oração, na Eucaristia, na alegria de estar junto; assim o fizemos, viemos celebrar o carnaval como discípulos que ao se encontrarem com Cristo se tornam amigos e não apenas servos, e através desta bela amizade fomos enviados ao mundo” ressalta Lucas Ferro, Coordenador Estadual da POPF/JM.
Com nossas orações, agradecemos a paróquia acolhedora, a Juventude Missionária APF, ao pessoal que efetivamente viveram o tema do retiro lá na cozinha dedicando-se para que todos se alimentassem bem, a cada participante e amigo que colaborou para que essa tão bela experiência acontecesse. Assim todos aguardamos ansiosos ao próximo, e enquanto isso vamos vivendo a alegria de ser jovens missionários, praticando o serviço ao outro, percebendo que nossas vidas só tem sentido quando a doamos em favor do outro.